A importância do projeto Mina Guaíba (Polo Carboquímico) para a economia gaúcha

A importância do projeto Mina Guaíba (Polo Carboquímico) para a economia gaúcha

O Polo Carboquímico do Rio Grande do Sul foi instituído por lei em 2017, no governo Sartori, para estimular a produção de Gás Natural Sintético (GNS) a partir do carvão mineral, cujas reservas no Estado chegam a 32 bilhões de toneladas. O objetivo é reduzir a dependência externa de insumos para a agropecuária e a indústria. A partir do carvão é possível gerar amônia, ureia e o sulfato de amônia, usados nos fertilizantes que o Brasil importa. O ponto de partida desse polo é a mina Guaíba, da Copelmi, no baixo Jacuí, entre Eldorado do Sul e Charqueadas.

Só a vanguarda do atraso e os “ambientalistas” radicais não querem um investimento bilionário e a independência de insumos para agropecuária e indústria gaúcha e brasileira.

Já fazem quase 5 anos que a Copelmi, aguarda o licenciamento da Fepam. São US$ 5 bilhões (mais de 20 bilhões de reais) de investimento. Há técnicas modernas para conter qualquer problema. Queremos o progresso e o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Estamos cansados das palavras capengas dos “especialistas” em meio ambiente e suas ONGs de quinta categoria.

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